18 de set de 2010

Hoje o dia é meu!

Não, não estou errando datas.

Tudo bem, eu sei que o aniversário é da Letícia, ela merece os parabéns, blá, blá, blá. Só há um porém: o presente quem ganha sou eu! EU! E não divido, empresto, alugo e não me dou por satisfeito, recusando a segunda rodada.

Podem até deixar aí nos comentários mensagens de paz, alegria e muitos anos de vida. Egoísticamente, serão meus. Cerejas do MEU bolo.

Se mandarem presentes, que seja mais compatíveis com as preferências da aniversariante. Não me importo, pois no final, o presente será meu.

Ah, vão ligar para desejar um feliz aniversário de maneira mais íntima? Atendo. Pode deixar que passo o telefone para quem hoje completa 29 anos -- um quase-trinta  como ela mesma diz. E encham sua bola, por favor. Quanto mais melhor. Quanto melhor, maior meu presente.

Um sorriso de covinhas, os olhos um risco por conta desse riso. A respiração leve por ser querida, gostada. Até o andar muda, fica mais altivo e não há um mínimo momento onde o salto agulha enrosque desavisado em algum buraco de calçada. Desfila, sem o passo de garça com derrame das passarelas. Flana...

E esse, meus caros, é meu presente. O que recebo. Ver a pessoa que amo (melhor, me apaixono dia a dia mesmo naqueles dias) feliz, é imensurável em riquezas. Um prazer além, alado, uma bandeira desfraldada de um compromisso mais que assumido: sentido. Em todos os sentidos. O presente que dou é meu coração, mas isso já é velharia, eu sei. Mas com uma reforminha aqui e ali, ainda pode te aninhar pelo eterno.



Aos que aqui aparecerem, agradeço MEUS presentes. Quanto mais melhor, pois sei que a cada palavra (merecida) de afeto, esse sorriso se escancara e me encara, os olhinhos assim ó, espremidos.

Me apaixono, menina. Todo dia, por isso não uso o passado apaixonei. Não o "eu te amo" que já discutimos tanto, em nossas noites de Merlot. Paixão acesa, incandescente, quente, ardente e todas as rimas pobres que sejam prá frente.

Feliz aniversário, minha vida. E quando olhar este textinho bobo e atravessado, me olha de canto, já com a covinha armada para um beijo melado.

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