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20 de mar. de 2011

As notícias!

Então, esse mês a Editora teve dois lançamentos na Livraria da Vila em São Paulo:
No dia 10/03 o livro " Caóticos de uma Mulher Crônica" de Tati Cavalcanti e no dia 11/03 o livro " O Aniversário de Bruxameixa" de Madalena Barranco. 


Você pode ver algumas fotografias do lançamento da Tati Cavalcanti nesse Link e do lançamento da Madalena Barranco nesse Link  e ainda descobre como/onde comprar os livros! ;)


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A capa da Revista Cultural está pronta!

Na próxima edição da Revista Cultural:

*Entrevista com Fernando Anitelli sobre o Teatro Mágico

* Matéria sobre Maíra Viana, autora dos livros: 'Menino-Varrido', 'A Menina do Sapato Caramelo' e 'O Teatro Mágico em Palavras - volumes I e II'.

* Soluções culturais: Projetos do artista plástico Silvio Alvarez

* Fred Navarro com um artigo sobre a Belo Monte

* HQ do Glauco Guimarães

Poesias, contos, artigos, horóscopo, Jazz, Teatro e cinema etc...


==> Lembrando que a Revista Cultural pode ser lida gratuitamente no site http://www.revistasnovitas.com.br/

==> Para adquirir as edições impressas da revista cultural, veja em nossa loja, envie e-mail ( contato@editoranovitas.com.br ) ou procure nas bancas.


A Revista Cultural-10 estará disponível para leitura na primeira semana de Abril


* A imagem da capa é do Artista Plástico Silvio Álvarez "A árvore"

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Atualizamos nosso canal no youtube







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Tem texto novo no Bordel Bordado:  A avaliação das coisas inúteis ( link)


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E hoje é o dia do blogueiro, então... Feliz dia do blogueiro para todos os blogueiros! ( redundante :D )


Até mais, pessoas! 

16 de dez. de 2010

Bá! ( Mais um texto medíocre)

Quando li a Metamorfose de Kafka a primeira vez, realmente achei um dos contos mais lindos que existe no mundo. Me encantou a ideia dele ter escrito  em um curto espaço de tempo, pois, além de genial o conto te prende do início ao fim. Devorei a metamorfose em uma noite e depois li mais umas quinze vezes e sempre volto ao conto... É daqueles autores que a gente guarda na prateleira do "lado esquerdo do peito", como se tivesse intimidade, como se fosse colega de colégio ou ainda amigo de chimarrão.
A ideia de escrever algo genial em um curto espaço de tempo sempre me deixou fascinada, justamente porque demoro mais que a cabeça aguenta para juntar palavras e escrever algo que não lembra o  fantástico, dramático ou genial. Aproveitando o curto espaço de tempo, que grandes autores escrevem... Não é que essa semana o Brasil ficou sabendo que Vera Fischer escreveu dez livros em um ano? Se você acha que leu errado eu repito: Vera Fischer anunciou sua estreia literária dizendo que escreveu em um ano dez livros, assim... Um atrás do outro.  Já mereceu entrevista na folha para contar "como os escritores são". Diz Vera Fischer que não escreve para pobre, o universo dos ricos é mais interessante. Obviamente que a notícia me deixou espantada, causou um impacto profundo na minha cuca que andava calma desde que Geise lançou sua "obra". Fui atrás para saber a editora, quem sabe ler algo mais sobre o livro? Eu não sou de julgar o autor sem ao menos ler antes, é injusto fazer algo assim e quem sou eu para "criticar" livro?  Uma coisa é a obra literária, outra é o autor em si e não é de minha "configuração" tecer comentários sobre a vida de artistas... Nem televisão eu assisto. Eu não ia cair na asneira de apedrejar sem antes ler. Pois li, e o único comentário que me surgiu na cabeça foi um sonoro: Bá!
Me dou ao luxo de fazer um parênteses para contextualizar o meu "bá". Alguns escrevem bah, outros bá. O meu é com acento mesmo, porque é o meu Bá. Pode significar surpresa, cara de queixo caído, espanto, o mesmo que "poxa vida".-- Fecho parênteses.
Com o bá martelando em minha cabeça, encerrei o expediente, revi alguns pontos do meu trabalho e tive o desprazer de não conseguir me concentrar para fazer mais nada. Depois que li o trecho do livro, lembrei de Kafka. Meus olhos alcançaram o pequeno livro de bolso, fui até a estante e agarrei o exemplar. Virei as páginas de forma rápida e cheguei nas destacadas pela caneta colorida. Fui além, li os destaques que fiz no "veredicto".  Kafka foi um gênio que morreu sem saber que seria um dos nomes mais importantes da literatura, não pela sua rapidez mas pelo seu conteúdo. Heinz Politzer escreveu: " Depois da metamorfose de Gregor Samsa, o mundo onde nos movimentamos tornou-se outro." E eu fiquei com aquela sensação de "inseto" de ser estranha "no mundo humano."
( Fiz uma pausa enorme no pensamento, agora nesse momento escrevendo o texto, penso que dá para sentir a aflição. ) Eu li o trecho do livro de Vera disponibilizado pela editora, não é meu tipo de leitura, particularmente não me chamou a atenção. Devo ser pobre, vai ver esse tipo de literatura não foi escrito para eu ler. Ou quem sabe, não acho interessante o mundo dos ricos... A vida deve ser para lá de chata sem ter uma correria para pagar uma conta.
Quando o Bá invade minha cabeça, leio Kafka que é para não esquecer dos gênios. Leio Kafka para ter aquela sensação de ser inseto e lembrar de não ser. Leio principalmente para refletir, porque posso fazer piada sobre os livros que ganham destaques nos jornais... Mas lá no fundo fico com aquela sensação de ser medíocre pelo que escrevo e o que penso em escrever. Deve ser tensão por não conseguir escrever contos, narrativas ou romances, alguns dirão que é inveja da rapidez de Vera e eu só digo que é "bá".

22 de nov. de 2010

Entre a Horta e os Livros

Coisa que sempre gostei foi de legumes e verduras, para falar a verdade, as únicas coisas que detesto são: dobradinha, mocotó e quiabo, pois sinto nojo de ver. De resto, o que cair no prato, está valendo.
Verduras e legumes, gosto de qualquer maneira, crio receitas ( que nem sempre dão certo) e sou o tipo de pessoa que prefere um prato cheio de salada do que um prato de arroz. ( Para falar a verdade, eu não vejo graça em comer arroz).
Faz mais ou menos um mês, realizei o sonho de ter uma horta em casa. Senti no bolso a economia, levando em consideração que plantamos chás, além de frutas, legumes e verduras.Eu gastava por mês em torno de R$ 60,00 em chá, agora só gasto comprando gengibre, pois ele ainda não nasceu. Alface, pepino, moranga, couve-flor, repolho e couve temos aos montes e quem não comia salada aqui em casa, aprendeu a comer.
Falta crescer o tomate, beterraba, milho, mandioca, maçã, jabuticaba e cenoura para tudo ficar lindo e maravilhoso e o bolso folgar ainda mais. Além do bolso, gosto do fato de saber de onde meu alimento está vindo. Não é por nada, não... Mas existe muita diferença entre um legume comprado e um plantado, e a gente só sabe depois que tira da terra.
Pegamos gosto, por essa coisa toda de tirar do quintal o que se come, vamos evoluir para um galinheiro, logo, faremos economia em ovos já que não mataremos as galinhas, pois elas já tem pré-nome. (Estou tão empolgada com a possibilidade de ser totalmente auto-sustentável que já penso em cultivar uva para fazer meu próprio vinho!)
O bom também de ter horta e espaço no quintal é que o lixo orgânico vai direto para um buraco no solo, que vocês sabem... Vai se tornar adubo para a terra e é totalmente reaproveitado.
Quando mudei para essa casa, confesso que não levei em consideração todos os reais benefícios que a família teria. Em qualidade de vida, estamos ótimos e o trabalho rende mais fácil.
Já tinha realizado o sonho de ter minha própria editora e trabalhar com livros, o que honestamente faz a gente ralar mais do que ganhar, só que quando o trabalho é feito da melhor maneira possível, não existe motivo para reclamar. Trabalhar com livros, me fez entender o real "não" e o real "sim", consegui lidar mais com a negativa e ver dois lados da moeda bem distintos e pouco compreendidos para quem tem uma pressa absurda em opinar antes de saber do que realmente se trata.
E nessas idas e vindas a gente vê o quanto tudo muda ou tudo é fase. Pode parecer clichê ( e é clichê) mas quando eu era adolescente só pensava em ir morar sozinha em Porto Alegre, fazer faculdade  para sair do interior. Uma das minhas alegrias era saber que eu poderia comer Mc Donald's quando eu tivesse vontade e não só quando fosse viajar, já que em minha cidade não tinha a franquia.  E fiz! Mas agora, depois de estar na idade dos quase trinta eu só penso em sossego ao lado do David, trabalhar feliz e criar meu filho no ambiente mais legal e saudável possível! Não acho mais graça em comer Mc Donald's, pois sou uma criatura que gosta de se alimentar e acredito que não sou só eu, que tenho a impressão de estar comendo uma bolachinha recheada quando compra um hambúrguer, correto? (Hambúrguer bom é o que a gente faz em casa! )
Existe coisa mais boa que no final do dia, sentar e assistir um filme com o maridão ao lado, depois de um dia inteiro entre livros e horta? Não... Não existe. O meu paraíso é aqui!

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Lá no blog da Editora, tem aviso sobre a próxima Revista Cultural AQUI

17 de nov. de 2010

Saxofone, livros e fecho éclair

Sempre gostei de instrumentos musicais! Quando eu era pequena aprendi a tocar piano, depois de um tempo, fiz aulas de canto e técnica vocal... Daí descobri o saxofone.  Comprei um saxofone tenor e fiz aulas para aprender a tocar, nunca imaginei que conseguiria ter habilidade para um instrumento de sopro, mas por incrível que pareça, eu tinha. Hoje, o saxofone tenor está guardado em cima do armário, por pura preguiça em administrar meu tempo, não fiz mais aulas... Abandonei  o saxofone e olho todo dia para ele pensando: " Um dia ainda volto a tocar."
Quando a gente descobre que pode fazer algo e não faz é por preguiça... A maldita preguiça que quando se instala não abandona. Eu sei que posso, mas não faço. Tocar saxofone, não é fácil... Mas não continuei treinando mais a habilidade que tinha.
E tudo que a gente aprende, vira a "teoria da bicicleta"... Não esquece é só pegar e sair andando. Quem sabe um dia tiro meu saxofone do castigo eterno do armário?

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Terminei meu segundo livro, e toda vez que termino algo que comecei, lá está o saxofone me olhando para apontar: "Eu, estou por aqui!" O livro está lindo e você pode saber mais sobre ele no meu site http://www.leticiacoelho.com.br  ou no site da editora http://www.editoranovitas.com.br
É bem diferente do  primeiro, creio eu, mais trabalhado. Além das poesias, tem fotos do dia-a-dia... Que captam o sentimento, o meu, de poeta.
Já contei que sou poeta? Pois, sou. E toda poesia que termino, me faz lembrar do piano, saxofone e o canto. Não é nem sentimento de frustração é auto-sabotagem mesmo.

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Queria eu, escrever contos como o David ( http://www.davidnobrega.com.br ) , acabei de ler o livro dele depois de impresso. Não tenho habilidades para contos, começo bem e corro no final. Um atropelo literário e toda vez que abandono um conto por pura falta de paciência, lá está na lembrança meu saxofone em cima do armário que é o exemplo da preguiça e falta de treino. Mas com os contos é diferente... Posso treinar mas não tenho competência.
E li o livro inteiro, livro que foi escrito no escritório ao lado. Como alguém consegue escrever o conto o "Palhaço" e o "Milagre"? Sou fã, adorei! Ficou na coleção de livros que não desgrudo e que guardo como bíblia. Meus livros surrados, sublinhados e sagrados do Augusto dos Anjos, Kafka, Poe e David.

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 Já pensaram na capacidade de criar besteira que temos? Pois ontem no twitter fiquei divagando sobre a palavra Fecho éclair ( que deveria ser pronunciada só por franceses) , porque não gosto dela, não é sonora e não combina, tenho cisma!

 - O Fecho éclair e primo irmão da Janete Clair. Fundaram a revista Marie Clair. A comunicação com as mulheres foi tão grande que resolveram investir na dona de casa e criaram a Tapeware.  ( Eu precisava escrever essa besteira aí, porque ontem eu e David ficamos criando histórias para o Fecho éclair... Para criar simpatia com a palavra. Passo a bola para ele, que vai contar sua própria versão do Fecho éclair.) -

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Entre saxofone abandonado, livros terminados e fecho éclair não compreendido, fica a capacidade... Habilidade em captar a essência. Entendeu? Não, é certo que não! Justamente porque o fecho éclair está fora de contexto do meu texto. É assim com fecho éclair... Quando ele aparece fica perdido, não encaixo em nada, prefiro zíper. Zíper facilita a vida, já o fecho éclair, não.

10 de jul. de 2010

A professora de Matemática

Quando eu era estudante não gostava de matemática, porque detestava com todas as forças minha professora. Eu não aprendia de maneira nenhuma com ela, sentia verdadeiro desconforto ao escutar-lhe a voz ou observar suas mãos pequenas escrevendo no quadro negro. Depois da época colegial fui fazer faculdade e tive algumas cadeiras de matemática, que para minha surpresa se tornaram ridiculamente fáceis, passei a me sentir inteligente na matéria.

Gostamos de quem produz algo ou do produto? Gostamos da imagem do produto ou do efeito? No meu caso o "produto" era a matemática e quem produzia era a professora que eu detestava. Só para constar ela foi minha professora durante os 3 anos do ensino médio, ou seja, durante todo esse tempo me senti burra e acreditei por um bom tempo que matemática era algo que eu nunca gostaria na minha vida.

Na verdade, o marketing muda nossa visão sobre tudo, muda o gosto. Parece que existe um dispositivo e é certo que existe, só não sei se o nome disso é dispositivo que avisa: "compre, consuma, entenda ou leia." Mas isso é muito pessoal, não surte o efeito com todos.

Por não gostar da professora de matemática, fiz um bloqueio mental contra a matéria e não entendia nada. Era só a professora entrar na sala de aula, que minha vida passava a ser o contar dos segundos -- empacados -- para que mudasse o professor. Eu fui assim com matemática, mas não fui e nem sou com livros e seus autores. Lembro da minha resistência psicológica em ler Marx, justamente por agremiações que se apropriaram de sua teoria. Pensava comigo mesma que não tinha nada a ver essa resistência... Eu precisava era ler. Nenhuma leitura é perdida -- mesmo que ao final atestemos que não gostamos -- pois sempre conseguimos aprender ou pontuar algo em nossa vida. Mas li Marx, sem me ater a sua figura ou mesmo em quem passou a se utilizar da teoria de forma errada. Li sem o pré-julgamento. Li sem levar a opinião formada de quem se diz portador de sua "voz"... Simplesmente, li. No final me surpreendi: eu tinha 16 anos na época, realmente o que Marx escreveu é muito bom.

Hoje leio de tudo. Gosto de alguns autores e não gosto de outros. Enfim o normal, mas nunca a figura do autor ou sua maneira de ser detiveram minha leitura. Alguns já tem a ideia fixa de que, se ganhou um prêmio literário ou foi convidado para programa de televisão, o cara é ruim. Não vale a pena ler, é puro marketing. Pergunto, você o leu? Não vale dizer: " Não perco meu tempo, lendo isso." Você precisa conhecer para criticar. Se você leu um só livro e critica todos os outros, é certo que você perdeu a evolução de um escritor e sua opinião infelizmente está defasada.

Na minha leitura diária existem dois tipos de livros: Autores famosos e autores que ainda não o são. O surpreendente é que muitos famosos e não famosos podem não agradar ou decepcionar. Mas legal mesmo é que em ambos os grupos encontramos leituras que valem a pena de serem postos na fila de preferências, não porque o autor é bonitinho ou excêntrico, mas porque a leitura é boa.

A professora de matemática me ensinou que o conteúdo é o que importa e não a pessoa que transmite. A professora de matemática me ensinou a não deixar meu preconceito sobre o criador influenciar na criação. Share |

21 de ago. de 2009

Duas coisas importantes

Gente, quem acompanha esse blog, sabe o quanto torcemos por Flávia e Odele e sabe também o quanto revolta saber que a justiça no Brasil infelizmente não funciona para quem precisa! Enfim... Mas em meio ao turbilhão de crises: política, financeira, etc... Conseguimos ver uma atitude boa acontecendo justamente pelo trabalho de conscientização que Odele faz quanto o perigo de ralos em piscinas, quando não feitos de forma segura para os banhistas. O vereador Gilberto Wachtler da cidade de Santo André - São Paulo, apresentou Projeto de Lei que torna obrigatório a utilização da norma ABNT 10.339 para construção de piscinas no município de Santo André. O objetivo é de tornar as piscinas mais seguras, evitando acidentes por sucção pelo ralo de fundo. Quem está lendo aqui no blog, não deixe de ver o vídeo no blog de Odele (AQUI)

A lei deveria ser de nível Nacional, está mais do que na hora de alguém garantir segurança para quem usa piscina! E abobem - se para se tornar seguro um ralo sem sucção que possa ferir ou matar, custa em torno de R$ 200,00.

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Gente, vocês andam lendo? Pergunto se estão lendo livros ou só blogs? E vocês escritores, estão lendo algo que seja dos outros autores ou somente os textos que vocês escrevem? A leitura faz parte da escrita... Não existe autor de livros que não é leitor! Ahhh outra coisa... Vocês estão investindo em leitura de livros novos, que ainda não estão consagrados? Nãoooooooooooo????? Poxa gente, vocês estão perdendo tempo viu? Não leiam sempre a mesma coisa, invistam na leitura de livros de autores novos. Deixo de dica 5 livros maravilhosos "oquei"?

- Crianças Refugiadas em Moçambique: Um Drama na África de Grace Olsson (Problemas sociais)

- Loveland, A Casa dos Quatro Jardins de Iara de Avellar (Romance)

- Harpa dos Ventos de Cezarina Caruso (Poesia)

- Lusitânia Online de Luís Bento (contos)

- Pequeno Manual do Vestibular de Dan Porto (Manual)

Sem puxar brasa para nossa sardinha... Mas esses livros são ótimos e merecem muito serem lidos! Para adquirir é só entrar em contato pelo e-mail: contato@editoranovitas.com.br ou direto com os autores!

*Para os próximos meses mais autores novos na Editora :) :)

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Então "era" isso pessoas! Bem.. Hoje é sexta - feira tá um frio incrível aqui em Terras Gaúchas e nada melhor do que filme + vinho+ porcarias para comer!

28 de mai. de 2009

Nós temos informações privilegiadas!


Como temos informações privilegiadas sobre os livros de nossos autores... Resolvemos dividir! Afinal de contas, somos pessoas legais... E sim... Lemos todos os livros umas 3 ou mais vezes, sabemos os livros basicamente decorados ( Morram de inveja kkkk). Cada um tem um estilo próprio de escrever, tivemos sorte nesses primeiros quatro meses de editora... Temos autores ótimos. Vejam do que estamos falando...

- Quando lemos a primeira vez os originais Harpa dos Ventos que me chegaram impressos... Amamos! Falar de amor em poesia é básico, concordam? Mas... Cezarina Caruso o faz com maestria! Parece que redescobriu uma fórmula antiga, porém aperfeiçoou e de resultado temos o livro maravilhoso dela impresso pela nossa editora.

- E o vestibular? Tão temido entre adolescentes né mesmo? Pois... Se eu tivesse lido (Letícia) o livro do Dan Porto antes, quem sabe eu não teria feito outra faculdade? Pois é... Me deu vontade de voltar ao mundo universitário, mas dessa vez sem aquele desespero de fazer o vestibular. Pequeno Manual do Vestibular, derrubou o "mito" da prova do vestibular... Pq afinal de contas passamos por provas todos os dias né?

- Eu tinha uma uma idéia do que era um campo de refugiados. Eu imaginava mais ou menos como era a vida de uma criança refugiada... Mas depois que li o livro da Grace Olsson - Crianças Refugiadas em Moçambique: Um Drama na África, fiquei de fato chocada! Posso contar inclusive que perdi o sono uma noite por causa de uma entrevista feita com uma criança. Me deu desespero saber como vivem aquelas pessoas e o quanto são desconfiadas e necessitam de carinho. As fotos são emocionantes... Algumas tristes e outras alegres, principalmente quando Grace está nelas.

- Uma escritora nos ligou e marcou encontro no Quiosque aqui em Santa Cruz. Recebemos o livro Loveland impresso para analisar... Dizia ela ser a obra de sua vida! Demorou quase 20 anos para finalizar, não usa computador e nem e-mail... Escreveu mais de 200 páginas em um caderno e tudo feito a lápis. O que podemos falar do livro? Simplesmente nos apaixonamos, e fazia tempo que eu por exemplo, não lia romances que me prendiam! Iara de Avellar é uma grande escritora e temos sorte de ela ter engavetado os originais durante todo tempo e será que esperou a Novitas abrir? Muita sorte!

- Corrigir um livro de contos bem escrito... Não tem preço! Luís Bento conseguiu nos fazer rir em vários episódios de seus contos. Fala de política, de encontros e desencontros... Fala da vida! Tem um humor leve mas que leva qualquer um as gargalhadas. E as gírias que nossos "irmãos" portugueses usam? Estão todas no livro, e com notas de rodapé para brasileiro entender também! Lusitânia Online é um livro ótimo!

Enfim pessoas... Vamos ler algo diferente? Pq só ler livros de autores antigos ou já consagrados? Vão ao site e encomendem pelo e-mail contato@editoranovitas.com.br ou fiquem babando!

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Vamos participar da feira do livro de Santa Cruz do Sul, do dia 30 de maio ao dia 7 de junho. Para quem mora na cidade, visite... Não custa nada! E quem mora em outra cidade e quiser visitar sintam - se a vontade para tomar um chimarrão ou um café no nosso estande!

Bem, já estamos em preparativos para a feira... Depois que passar postamos as fotos.

Todos os livros da editora vão ser vendidos em nosso estande. Os autores que residem em Santa Cruz do Sul, vão se fazer presentes em seus lançamentos, segue datas para quem quiser comparecer:

Dia 5 de Junho: apartir das 14 horas, Dan Porto vai autografar seu livro: Pequeno Manual do Vestibular;

Dia 6 de Junho : apartir das 14 horas, Iara de Avellar vai autografar seu livro: Loveland, A Casa dos Quatro Jardins;

Dia 6 de Junho debate de autores na praça da feira do livro, Eu e David fomos convidados e como manda a etiqueta... Vamos estar lá! O debate vai ser curto e inicia as 14 horas.

3 de mai. de 2009

Crianças e adolescentes leitores


Crianças e jovens leem mais livros que adultos. Pode ser a influencia do colégio ou mesmo de casa, mas o fato é que eles movimentam o mercado editorial brasileiro em mais de 35% dos livros.
Meu filho de sete anos faz a leitura de dois livros que pega na biblioteca do colégio por semana e ainda lê seu livro de cabeceira que normalmente tem mais de 100 páginas, entre figuras e textos. Uma pergunta importante, será que eles entendem o que estão lendo? Creio que sim! Na idade do Lucas (meu filho) eles já começam a fazer fichas de leituras sobre o livro, separam nome de autor, ilustrador e fazem um resumo sobre o que foi lido, bem como desenho da parte que mais chamou a atenção. Pode - se entender, como um início à interpretação de texto, que alguns criticam fervorosamente, uma vez que o aluno não pode criar em cima(discuto isso)... E sim responder a perguntas (prontas) sobre o texto lido. Bem, eu particularmente adoro interpretação de texto, é uma ferramenta útil para "medir" se o que foi lido foi entendido.
As crianças pequenas na hora da escolha do livro, os preferem coloridos e dão pouca importância para as palavras. Já quando começam a crescer, gostam de se desafiar... Lendo livros com mais páginas para mostrar a professora e aos colegas a quantidade de páginas que está lendo.
Esses dias aqui em casa, o Lucas pegou um livro do Mário Quintana (totalmente sem figura) e leu duas poesias... Ele odiou e ainda utilizou a palavra: ridículo! Corrigi, dizendo que "ridículo" não cabia a Mário Quintana e que ele era um dos maiores poetas que existiu. Hoje fui ao quarto do Lucas, arrumar e vi que o livro de Mário Quintana estava no chão perto dos tacos de jogar "tacobol"... Sinal que ele está lendo, mas como o Lucas é totalmente do contra, ou seja , quando comento minha opinião ele retruca e diz que é ao contrário não vou me emocionar e dizer: Poxa vida filhote... Fiquei feliz em ver o livro do Mário Quintana no teu quarto!" Vou esperar ele ler e se quiser comentar comigo, tudo bem!
Conversando com uma autora de livros infantis, ela dizia que as crianças leem muito pouco! Que não conseguiria vender livros uma vez que seu público alvo eram crianças de escolas estaduais e não particulares. Honestamente, livros infantis tem preços muito diferenciados... Encontramos livros por até R$ 2,00, lógico que o livro não tem um material tão bom, porém não deixa de ser portador de texto... E sim as pessoas compram, as crianças querem e elas fazem a leitura.
Apesar das escolas não introduzirem autores novos em suas leituras obrigatórias, as crianças começam a se interessar por livros cada vez mais cedo e permanecem leitoras até o término do colégio. Com o aumento da idade o número de livros diminui, mas isso não é problema... É que as imagens e ilustrações somem e ficam só textos e com as mais variadas atividades, normalmente adolescentes estipulam um horário para leitura, a grande maioria antes de dormir.
Depois que passou o vestibular, o consumo de livros de gosto pessoal cai bastante. O aluno tende a ler livros que lhe são interessantes para a faculdade, e pelo preço desses livros realmente não sobra muito para comprar livros de gosto próprio. Passada a faculdade, é que compramos livros que temos interesse pessoal de ler... Olhem suas bibliotecas pessoais e vejam se não é assim que funciona. Claro isso não precisa ser uma regra, mas uma boa parcela de pessoas observarão que sua vida - de - leitor funciona assim mesmo.
Quando se vira adulto, realmente o que mais existe é a não leitura de livros. Quem lê um livro por ano, ou até dois, não pode se considerar leitor e sim quem sabe um "analfabeto leitor"

"Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem." - Mário Quintana

Adultos não leitores, não influenciam seus filhos e nem os fazem leitores no futuro. Penso que quem lê um livro por ano, na verdade lê um livro na vida... Certamente esses são os alunos que vão pedir para seus pais lerem seus livros obrigatórios no colégio e são os mesmo que copiarão resumos de colegas leitores na faculdade, ou seja, só lerão um livro na vida e esse com certeza deva ser algum de dieta, ou de ficar rico em vinte passos, ou mesmo algum que ensine a ser feliz.
Mas é satisfatório saber que crianças e adolescentes são mais leitores que adultos... O desafio imagino eu, seja fazer o adolescente continuar sendo um leitor quando adulto.


*Imagens retiradas do google, não sei a autoria mas se souber me avise que coloco os devidos créditos.


26 de mar. de 2009

Preço único do livro

No dia 2 de Abril, reúne - se a frente parlamentar mista de leitura, em uma audiência pública para debater as vantagens e desvantagens do Brasil adotar o preço único nos livros. Bem, o foco do preço único é para estimular a leitura no Brasil... Vejamos... Com o preço único, as promoções de livros iriam cair, isso é líquido e certo! Quando se fala em preço único, falamos em quanto? Qual o valor? Vai ser estendido para autores, gráficas, editores, livrarias... Ou somente livrarias?
Em um País, onde as gráficas são as principais "causadoras" dos preços dos livros estarem lá em cima e livrarias serem as mais responsáveis ainda dos livros não conseguirem baixar para um preço razoável para ser consumido... Não consigo entender, onde a corda vai apertar, nesse caso! Pensem em conjunto, algumas livrarias, tem a cara de pau de cobrar 45% da venda de capa de um livro. Esses 45% são cobrados para os livros "morarem "nas estantes das grandes livrarias, uma vez que se você quer divulgar ainda paga mais. Fico sem entender, quem é que vai ganhar com o preço único no Brasil... Será o leitor? Creio que não!
Autores, gráficas, editores e livrarias são responsáveis pelo produto final para o leitor, alguém sai perdendo nesse "preço único do livro" e penso que diretamente será o autor. No momento que entendemos que autores não tem o dever de trabalhar de graça para ninguém, eles merecem ganhar sobre o preço de sua obra... Correto? Mas pq é tão difícil ser um autor no Brasil? Aceitamos regras de um "mercado" que nós fazemos!

O preço único do livro no Brasil, vai ter o seu valor o dia que o preço único do papel for válido, bem como o preço único da tinta, vamos colocar também aí o preço único da porcentagem... Enfim... Pq não discutem O IMPOSTO ÚNICO PRIMEIRO?

A Europa possui preço fixo de livros, porém estamos falando de Europa... E não de Brasil! Se compararmos a vida do Europeu com a nossa de Brasileiro veremos que estamos anos luz atrás do seu sistema de vida, sistema tributário, etc...

Logo, enquanto o "mercado editorial" ( isso parece meio matrix), não fixar os preços de tudo e principalmente a porcentagem de uma grande livraria sobre livros, creio que a discussão é vazia e sem sentido. Enquanto isso editoras deveriam pensar em distribuir seus livros em revistarias e não alimentar o roubo das livrarias!

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Visite o Site e o Blog da Editora Novitas!

24 de mar. de 2009

O que andamos fazendo e mimos recebidos

Então pessoas... Eu e David estamos totalmente sem tempo para visitar os blogs amigos! Os comentários ficarão escassos por algum tempo! Estamos trabalhando no livro do Luís Bento, da Grace Olsson e da Cezarina Caruso :) Confesso para vocês, e não é pq são autores da Novitas, mas os livros são ótimos! E ainda estamos preparando nossa mudança de lar! Sairemos de nosso apartamento e iremos para uma casa.

O livro do Luís Bento, é daqueles livros "coringas"... Tem um humor ótimo, sátira bem dosada e muito bem escrito. A leitura diverte muito... Lendo os originais eu e David rimos pra valer!

O livro da Grace emociona! Durante toda a narrativa, o que se sente é um misto de emoções e a certeza que nossos problemas são mínimos perto do que acontece com as crianças refugiadas. Enfim, um livro que tem pesquisa, imagens... Não dá para deixar de ler.

A Cezarina Caruso, fez um livro de poesias lindíssimo! Fala do amor com maturidade... Com sentimento. Ler o livro dela, dá uma paz imensa e as poesias parecem deslizar no papel...

Logo, vamos divulgar a capa das obras e mais informações. Vocês encontram mais no perfil dos autores no site da Editora.

- Andamos recebendo e-mail de algumas pessoas para adquirir o livro da I Coletânea Scriptus - Um balaio de idéias. A Editora, não vai vender os livros, pq utilizamos nossos exemplares para entregar a imprensa e fazer doação na biblioteca municipal. Para quem quiser adquirir, entre em contato com os autores da Coletânea direto por e-mail. Os e-mails deles encontram - se no site da Editora Novitas.

Aos poucos estamos colocando o perfil de cada autor da Coletânea no blog da Editora. Quem já está lá:

Neida Rocha
Stephanou
Carlos Fonttes
Cejunior
Bárbara Stracke
Conceição Riachos
Ery Roberto
Paulo Ricardo Diesel
Van Luchiari
Adriana Costa
Luís Bento

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Então, o Scriptus paga suas dívidas também por hoje:
A Cristiane Marino, menina muito querida e inteligente, presenteou o Scriptus com dois selos:













A Ninah, presenteou o Scriptus com mais esse selo:
O Adão Braga indicou o Scriptus para mais esses selos:














- Agradecemos todos os amigos que nos presentearam! E repassamos os selos para Grace Olsson, Meire, Luci, Betty, Adão, Cris, Jô, Grazi, Rosa, Odele, Denise e Sahmany.

A Meire menina linda, presenteou o blog com esses dois selos:




















E ainda me passou essa tarefa:
  1. -escrever 7 segredinhos de beleza seus,
  2. -convidar 7 parceiros(as) de blogs amigos para responder;
  3. -comentar no blog de quem nos convidou;
  4. -comentar no blog dos nossos(as) convidados(as), para que saibam da”convocação”;
  5. -linkar o blog que te convidou, no seu blog (no post em que voce responder as perguntinhas) e mencionar as regras.

Então vamos lá:

1. passo hidratante no corpo mais ou menos duas vezes por dia... E deixo eles na geladeira para ficar bem gelado! Uso cremes anti - idade no rosto desde os 20 anos (prevenção), procuro usar shampoo e condicionador sem sal, não saio de casa sem base, blush, lápis no olho e gloss, vou a academia todo dia ( tá certo que ultimamente não ando indo muito), as vezes faço exercício para o rosto ( experimentem é divertido ficar fazendo careta na frente do espelho).

2. Convido a Bárbara, Senhorita Rosa, Renatinha, Ninah, Luci, "Mamis" e Adriana (cunhada).

*********************
Então é isso pessoas... Vocês sabem como funciona, quem quiser aceite os mimos e quem não quiser não precisa... Não ficamos magoados! Eu uso o plural, mas quem conhece o David sabe que ele fica enjoado com selos e memes kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk






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21 de fev. de 2009

Diferenças


Fizemos uma pesquisa nos últimos dias, sobre livros para ver o que as pessoas já leram ou gostariam de ler. Se preferiam livros em papel ou E-BOOK . A pesquisa está está aberta, mas já dá para ter uma boa amostragem : 134 pessoas responderam. Para quem não viu os livros da pesquisa, a grande maioria são clássicos da literatura, aqueles que todos já leram, ou irão ler. O livro impresso ainda é o LIVRO , dos 134 que responderam somente 5 preferem E-BOOK. E a grande maioria das pessoas que responderam a entrevista fazem a leitura de livros em mais línguas sem ser o português. A média de livros por ano das 134 pessoas é 30 livros. Uma boa média, e certamente quem respondeu é quem realmente gosta de ler de verdade, senão a média de livros por ano seria muito baixa.
****
Sabem... Faz algum tempo, eu e David fechamos nossos blogs de poesias e contos. E o nosso normal não é escrever e jogar na net direto. Nem atualizo mais meu blog fechado, todos meus textos e poesias estão em arquivos e alguns no meu caderninho, penso que a internet é diferente da publicação de livro. Na net, poucos são os que criticam e pouquíssimos são os que falam a verdade sobre o que escrevemos. Ler um "ai que poesia linda" não é índice de poesia ou texto bom... Pelo menos eu penso que não. Sair do virtual e ir parar em prateleira de livraria é diferente, e daí se escuta coisas bizarras sobre o que escrevemos, ou até coisas lindas... Mas é dito no olho, ou quando alguém que tu não conhece compra um livro teu e resolve mandar e-mail, elogiando ou destruindo teus textos... Isso faz parte. Eu por exemplo, não curto Cecília Meireles como amo de paixão Hilda Hist. Algumas leituras de Cecília não mexem comigo, e outras não gosto... Outras gosto muito, mas é muito diferente da Hilda que é uma autora que sempre gosto do que leio. Gostos são gostos! Desde que abrimos a editora, estamos atrás de autores novos, e de 1.200 blogs que olhamos somente 40 apresentam poesia que bate entendem? É a questão do gosto... Eu tenho o meu e o David tem o dele, as vezes ele gosta do que lê em algum lugar e eu não... Mas já que um gostou, tocamos ficha. Existe uma grande parcela de autores que não publicam textos na net, só depois de sair em papel, e esses sempre tem um livro zero bala guardado esperando a impressão. A maioria dos blogs ou sites desses autores, contém nada de texto inédito, muita biografia e bibliografia... O que acho muito interessante. Estou só escrevendo isso, pq nos últimos dias recebemos vários e-mails de autores, e a grande maioria pensa em publicar em papel o que está na net... Não funciona! Não dá para nós editora, investir em autores que tem todos os textos na net, não existe retorno para quem investiu e com certeza o autor também não vai ter o retorno que merece. Quem quer fazer contrato e receber 10% de direitos autorais, precisa vender seu peixe também... Isso é fato, e textos na net são públicos... Essa é a grande diferença.
Outra diferença é... Quero publicar um livro, ou quero publicar um blog de poesias e textos? Quero isso para minha vida, ou não? Para quem publica em blog por prazer suas poesias e não pensa em publicar em livro, tá beleza.
***
A medida do possível iremos os autores da Editora Novitas, e o primeiro a ser publicado é o Luís Bento. O Luís, vai publicar dois livros com nosso selo, é de Portugal e vai participar também da I Coletânea Scriptus, que até o final de março, já vai estar a venda direto com os autores e no site da editora.

Um pouco do Luís : Nascido em Lisboa, no dia 26 de Dezembro de 1964. Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa desde 1990, foi professor de Francês no Ensino Secundário durante dois anos.

Desde 1992, que trabalha numa instituição bancária, em Lisboa.

Publicou alguns poemas e alguma prosa em suplementos literários de jornais diários portugueses durante a década de 1980.

Gere desde Outubro de 2008 o blog bento-vai-pra-dentro-bento.blogspot.com,

onde publica diversos textos de prosa sobre diversos temas, com especial incidência na crítica de costumes e da à sociedade portuguesa actual..




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2 de fev. de 2009


Sérgio Porto, por ele mesmo, "Auto-retrato do artista quando não tão jovem"

"ATIVIDADE PROFISSIONAL: Jornalista, radialista, televisista (o termo ainda não existe, mas a atividade dizem que sim), teatrólogo ora em recesso, humorista, publicista e bancário.

OUTRAS ATIVIDADES: Marido, pescador, colecionador de discos (só samba do bom e jazz tocado por negro, além de clássicos), ex-atleta, hoje cardíaco. Mania de limpar coisas tais como livros, discos, objetos de metal e cachimbos.

PRINCIPAIS MOTIVAÇÕES: Mulher.

QUALIDADES PARADOXAIS: Boêmio que adora ficar em casa, irreverente que revê o que escreve, humorista a sério.

PONTOS VULNERÁVEIS: Completa incapacidade para se deixar arrebatar por política. Jamais teve opinião formada sobre qualquer figurão da vida pública, quer nacional, quer estrangeira.

ÓDIOS INCONFESSOS: Puxa-saco, militar metido a machão, burro metido a sabido e, principalmente, racista.

PANACÉIAS CASEIRAS: Quando dói do umbigo para baixo: Elixir Paregórico. Do umbigo para cima: aspirina.

SUPERTIÇÕES INVENCÍVEIS: Nenhuma, a não ser em véspera de decisão de Copa do Mundo. Nessas ocasiões comparativamente qualquer pai-de-santo é um simples cético.

TENTAÇÕES IRRESISTÍVEIS: Passear na chuva, rir em horas impróprias, dizer ao ouvido de mulher besta que ela não tão boa quanto pensa.

MEDOS ABSURDOS: Qualquer inseto taludinho (de barata pra cima).

ORGULHO SECRETO: Faz ovo estrelado como Pelé faz gol. Aliás, é um bom cozinheiro no setor mais difícil da culinária: o trivial.

Assinado, Sérgio Porto, agosto de 1963."

Filho de Américo Pereira da Silva Porto e de D. Dulce Julieta Rangel Porto, Sérgio Marcos Rangel Porto, um cidadão acima de qualquer desfeita, nasceu no Rio de Janeiro em pleno verão, no dia 11 de janeiro de 1923, e ficou famoso anos depois sob o pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta, emprestado à Oswald de Andrade (vide Memórias de Serafim Ponte Grande). Foi casado com Dirce Pimentel de Araújo, com quem teve três filhas: Gisela, Ângela e Solange.

Dizem seus estudiosos que no citado livro teria encontrado seu grande filão:a irreverência. Começou uma obra carioquíssima, até hoje insuperável, transpondo para jornais, livros e revistas o saboroso coloquial do Rio de Janeiro. Afirmam, também, que as melhores crônicas são aquelas onde a disposição de desfazer o sentido de uma palavra ou de uma situação não se manifesta apenas no final do enredo, mas parece atingir a estrutura da narrativa; quer dizer, a partir de pistas falsas, a história é conduzida visando a um final que não acontece, substituído por outro, totalmente inesperado (vejam Menino Precoce e A Charneca, por exemplo).

Era um mestre das comparações enfáticas:

"Mais inchada do que cabeça de botafoguense"
"Mais assanhado do que bode velho no cercado das cabritas"
"Mais suado do que o marcador de Pelé"
"Mais duro do que nádega de estátua"
"Mais feia do que mudança de pobre"
"Mais murcho do que boca de velha"

Traçou, em 12 palavras, o retrato de uma época , os tais anos dourados nada permissivos, quando o preconceito prevalecia, principalmente em matéria de sexo:

"Se peito de moça fosse buzina, ninguém dormia nos arredores daquela praça". Antes da liberação sexual, as praças e outros cantinhos escuros eram, então, um buzinaço.

Roubei. Assumo. Dei Ctrl+C e passei com Ctrl+V lá do Projeto Releituras.

Mas ao menos eu sou confesso e ainda dei o link.

Aproveitem o roubo assumido e terminem de ler a biografia do Sérgio Porto - assim como de muitos outros que por lá batem suas asas -, outro daqueles autores que não se deveria esquecer.

31 de jan. de 2009

Entrevista e Livro

O David foi convidado para dar uma entrevista rápida para a Rádio Santa Cruz ( de Santa Cruz do Sul, nossa cidade... Óbvio). A entrevista foi sobre o livro dele, Uns & Outros e ficou show de bola! Para a nossa surpresa, o repórter que entrevistou o David, é o Cláudio B. Carlos, escritor, poeta e jornalista. Houveram trocas de livros, e o Cláudio deu para o David o livro de sua autoria: Um arado rasgando a carne.
Honestamente, o livro é muito bom... As narrativas, são ótimas e tratam dos mais diversos assuntos, vale muito a pena ler!
Para ler um pouco mais do Cláudio, basta visitar o blog dele : Balaio de letras


"...e onde estás Senhor das terras e dos mares que não me dá de agarrar a tua mão e por que plantaste em mim tal semente que não se cala?
não sei nominar o que sinto
que nome se dá a um arado rasgando a carne? "

Cláudio B. Carlos ( CC ) - Um arado rasgando a carne

26 de jan. de 2009

Tirem suas conclusões

Há alguns meses enviei um livro de poesias para avaliação em várias Editoras. Isso foi antes de "meter a cara" e montar a nossa, como a Letícia informa no post abaixo.

Hoje recebi a "avaliação" de uma delas:





Leiam bem e tirem suas prórprias conclusões. Depois me digam se não tenho razão em ficar emputecido com o mercado editorial...

18 de jan. de 2009

I Coletânea Scriptus


  • Segue abaixo a relação dos autores participantes de nossa primeira coletânea, com suas respectivas biografias. Só gente boa!
    Bios


  • Com a relação acima, encerramos a inscrição de autores. Nosso objetivo foi atingido, ficando certo que esta iniciativa é apenas a primeira de muitas ainda.

    6 de jan. de 2009

    (...)

    "(...) É preciso estar firmemente assentado em si, é preciso sustentar - se bravamente sobre duas pernas, caso contrário não se pode absolutamente amar. Isso sabem as mulherzinhas muito bem, afinal: não sabem que diabo fazer com homens desinteressados, puramente objetivos... Posso, aliás, arriscar a suposição de que conheço as mulherzinhas? É parte do meu dom dionísiaco. (...)
    (...) Uma pequena mulher correndo atrás de sua vingança seria capaz de atropelar seu próprio destino(...)
    (...) Foi ouvida minha resposta de como se cura, se redime uma mulherzinha? Fazendo - lhe um filho. A mulher necessita de filhos, o homem é sempre somente meio; assim falou Zaraustra. (...)"
    Friedrich Nietzsche - Ecce homo

    Diante de toda a loucura e incompreensão (?) que alguns sentem ao ler Nietzsche... Posso arriscar que infelizmente as pessoas já pegam os livros dele para ler com um olhar de "não gosto de ler, pq não entendo", mais ou menos parecido comigo quando pego um livro de Marx sei que não vou gostar pq associo ele ao PT, então preciso me doutrinar para ler somente suas palavras e tentar separar de uma certa maneira da figura petista que existe.
    Aqui no blog já havia indicado a leitura do livro Ecce homo de Nietzsche, pq acredito ser uma das melhores obras que definem, da maneira dele lógico, a moral, o bem e o mal e diversos conceitos filosóficos que são presentes em nossa vida. Sobre as frases que escolhi dessa vez para colocar sobre o livro... Peço as meninas que fazem a leitura desse blog, que leiam de forma literária e não saiam já dizendo que Nietzsche é machista, maluco e bêbado... No meu entendimento, o que ele escreve sobre mulherzinhas deveria ser lido por MULHERES e as próprias mulherzinhas... Para talvez pensar na maneira como agimos, como julgamos... E principalmente como as vezes nos julgamos superiores. Conheço mulheres com 40 anos que tem atitudes de molecas de 20. Ao mesmo tempo conheço molecas de 20 que pensam mais que as de 40... Tudo é questão de atitude. - Bem... Esse livro é ótimo, e vale a pena ler, não fala somente de mulheres... E sim da vida.

    * Outra leitura que recomendo é o livro Fantasmas do século XX - de Joe Hill. Para quem gosta de contos de terror e suspense que passam por ficção científica é uma boa leitura. Em um dos contos, existe o editor de livros de terror que acaba se vendo em um dos contos que edita, em outro o menino que vira um gafanhoto e a história é fantástica. Já no conto a máscara do meu pai, percebemos como o ser humano pode ser louco e deixar os outros loucos em volta, enfim é um livro bem legal que vale a pena... Para quem gosta desse tipo de leitura. Eu amei, foi presente do meu amore de Natal, acertou em cheio! Agora estou lendo o último Catão - Muito bom o livro, daqueles que envolvem mistérios da igreja católica ... Vale a pena!

    Boa semana!

    19 de dez. de 2008

    Já é Natal

    - Mãe, tu e o David estão bem?
    - Sim, filho!
    - Então... Quero pedir para o papai noel um Playstation 3, ok?
    - Aham, vou conversar com o papai noel e te aviso, mas acho que não vai rolar.
    ( Esse diálogo aconteceu com o Lucas, meu filho de 7 anos que ainda acredita em Papai Noel)

    Eu não entendo pq na época do Natal, as crianças costumam pedir presentes caros, normalmente os que estão nas propagandas da televisão, se o vídeo game WII estivesse nos comerciais provavelmente o Lucas pediria para o Papai Noel. Fato é que vivemos em uma sociedade consumista, e quando somos crianças consumimos muito, mas não notamos... Enfim o brilho do Natal, existe por causa das crianças, e não me venham com a balela de época de Natal é época de paz, amor, união e fraternidade que não cola. Eu acho engraçado que tem gente que na época do Natal vira "bonzinho"... Mas chega no dia 27 já está o mesmo monstrinho de sempre. Por sinal uma coisa que noto muito, são aquelas criaturas que vira e mexe invocam a paz celestial ou amam aquela frase: " Deus está vendo tudo..." , mas infelizmente não se tocam que elas não são anjos de Deus, e vivem aqui na terra mesmo, e são na grande maioria 30 vezes pior que o dito cujo que recebeu a "praga celestial". O pior do Natal, tirando a parte do consumismo desesperado, é a outra bela frase : "Natal é época de perdoar" Isso me nego a comentar, acho de última... Quer dizer que a criatura apronta o ano inteiro e na época do Natal, recebe perdão? Imagina se vira lei um negócio desses, acabaremos com o problema do sistema carcerário no Brasil... Tá todo mundo "perdoado"!
    Natal é reunir a família, e jantar pelo menos uma noite por ano com talheres de inox , pq durante o ano melhor servir com talheres de plástico para ninguém correr o risco de parar no pronto - socorro... Sim, sim... Depende da família, pq tem aquelas que contratam um enfermeiro para ser o papai noel, caso alguém discuta e infarte durante as comemorações natalinas. Logicamente, nem todas as famílias são iguais... Mas peço que todos sejam "bonzinhos" o ano todo e não só durante um mês no máximo.
    Voltando a questão do consumo, a Denise Rangel, me enviou um e-mail interessante que colo aqui no blog para vocês olharem:

    "Nós, do blog Faça a sua parte, fizemos um debate sobre como poderíamos pensar em um Natal que nos aproximasse da natureza e, ao mesmo tempo, valorizasse a confraternização, com o resgate de valores talvez sublimados pelo consumo de presentes industrializados:

    Hoje vivemos no tempo do consumo, do consumo desenfreado de produtos industrializados, dos produtos importados que trazem em si um enorme prejuízo para a natureza. Onde o ostensivo tem mais valor que o simples, o simples feito com as próprias mãos, com materiais que estão bem ali, na nossa frente.

    Por isso, nós, do blog Faça a sua parte, queremos saber que sugestões ecológicas você teria para presentear seus parentes, amigos, colegas, enfim, todas aquelas pessoas que você costuma presentear no Natal.

    A campanha do Natal do Faça é bem simples: escreva um post no seu blog com dicas de como presentear de forma ecológica.

    Os participantes concorrerão ao sorteio do livro "Seis Graus: o aquecimento global e o que você pode fazer para evitar uma catástrofe", do renomado ambientalista Mark Lynas. (veja aqui detalhes sobre o livro e, inclusive, um trecho).

    Vá até o blog Faça a sua parte, e deixe, nos comentários, o link para o seu post e concorra ao sorteio que acontecerá no dia 24 de dezembro. Participe! Faça a sua parte!"

    Achei interessante isso e minha dica para presentes de Natal são os livros. Livros são portadores de texto que normalmente as pessoas não descartam. Algumas editoras já trabalham com material reciclável ou plantam árvores por causa da questão do papel. Eles duram muito, e ainda nos deixam mais inteligentes, e só para não perder a propaganda kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Dá uma olhada no post que o David fez.

    Abraços

    17 de dez. de 2008

    Dicas de presente de Natal




    Para você meu amigo, você minha amiga e aos cunhados em geral, deixamos aqui humildes dicas de presentes para este final de ano:






    Livro: Uns & Outros

    Autor(a): David Nóbrega
    Editora: VirtualBooks, 2008
    ISBN: 978-85-60864-23-2
    Categoria: Contos
    Nº de páginas: 98
    Preço: R$ 16,00 + despesas de envio




    O LADO DURO DA VIDA Gerana
    Damulakis
    *


    Conheci a prosa de David nos blogs, acho que no Canto dos contos.
    Minha atenção se prendeu no conto “Suicida”, extremamente original, uma idéia de
    primeira. Pedi autorização e postei o conto no meu blog. Mostrei para Aramis
    Ribeiro Costa, ficcionista experimentado, que também gostou muitíssimo. Daí para
    frente, venho seguindo sua produção e posso dizer que já tenho formada minha
    impressão — sim, é uma crítica impressionista — a respeito da ficção de David
    Nobrega. Seu ritmo é um predicado importante: geralmente veloz, o texto avança
    rumo ao resultado sem concessões outras, porque importa mesmo é contar a
    história. O que o autor colhe disto é a certeza de que seu leitor não deixará a
    narrativa até que ela tenha sido concluída. E se conclui: o conto de David tem
    começo, meio e fim, tem compromisso com o enredo e seu desfecho. Outra certeza
    seria a satisfação da curiosidade, já que nada fica em suspenso; melhor dizendo,
    o nó ficcional é moldado, toma a forma no clímax e se desfaz ainda no texto. O
    que o autor conta ao longo das suas vinte e tantas histórias curtas do volume
    está de mãos dadas com o lado mais duro da vida. A sensação é a de que nada se
    lhe escapa, seja a doença, seja a solidão física e/ou anímica, seja a miséria. O
    episódio detonador da narração está em plena concordância com a tragédia, não
    começa com tudo perfeito ao redor e, de repente, surge o acaso destruindo a
    calmaria. Não. Na contística de David entra-se de chofre na “tragicidade” —
    palavra cara a Adonias Filho — com seus personagens e suas situações adversas.
    Ao fim e ao cabo, estamos lendo atualmente a própria realidade monstruosa que
    nos cerca, que nos atinge, que vivenciamos: violência, falta de relacionamentos
    estáveis, solidão, doença. A literatura não está distante da vida mesma, está
    reproduzindo-a porque, estupefata, se alinhou completamente com os dissabores,
    com o lado duro da inexorável condição humana. Entre estes contos, destaco ainda
    “Casual” e “Cruzamento”, Em “Casual”, que plasma justamente a superficialidade
    dos relacionamentos, encontro um ponto muito alto da coletânea. Em “Cruzamento”,
    confirmo a observação aguçada, na verdade, emblemática do contista. Destaco-os
    como contos antológicos, assim como “Suicida”. O que vale dizer que a reunião
    dos contos foi muito bem lograda, haja vista a existência de tantos exemplos
    antológicos em um volume — em grego, antológico é inesquecível. Em suma, o que
    temos são histórias que contam, e contam com estilo firme, com a mão de quem
    sabe conduzir sua narrativa do começo ao fim sem tropeços e, ainda, que gera um
    envolvimento total durante a leitura: não é pouco, portanto, o que aguarda os
    leitores. Salvador, 4 de novembro de 2008



    * Crítica Literária - Jornal Tribuna da Bahia



    * * *



    Livro: Ensaios Amadores…ou não!


    Autor(a): Letícia Losekann Coelho
    Editora: Scortecci, 2008
    ISBN: 978-85-366-1242-3
    Categoria: Poesia
    Nº de páginas: 101
    Preço: R$ 20,00 + despesas de envio

    Eu sou suspeito para escrever sobre este livro, uma vez que a autora partilha a
    vida comigo. Mas tento:
    Ensaios Amadores…ou não! lança questionamentos desde
    o título. Um livro de poesias onde a marca maior é a força da palavra. Por mais
    simples que seja um simples verso, detém o poder tanto para inaltecer quanto
    destruir o assunto a que se refira. Se em Doença temos o embate sentimental a la
    Augusto dos Anjos, em Sinestesia… o amor em flor. Contrastes e questionamentos
    tantos que podem ser verificados pelo leitor a cada nova e deliciosa página
    virada.

    Viram? Vocês nos mandam uma mensagem desejando Feliz Natal, nós mandamos a conta para depósito e os livros. Bom para você, bom para nós.
    Enquanto isso, nós vai tucando u lujinha....



    4 de dez. de 2008

    Uns e Outros


    Então... Aí está o livro do David!!!! :)
    O livro vai custar R$ 16,00 mais as despesas de envio.
    O livro é de contos e a contra - capa foi feita pela querida Gerana Damulaski (clique na imagem para ampliar)
    Quem quiser já ir pedindo o seu é só mandar e-mail!
    Dá para notar, o quanto tô orgulhosa do meu amoreeeee? :)
    Abraços para todos!

    23 de nov. de 2008

    Óia o orgúio que me atoxa o peito!

    Pois ontem aconteceu a tal sessão de autógrafos de minha musa.
    A ansiedade dessa "estréia" em Santa Cruz foi grande. Dona Letícia estava aquela pilha, ora achando que ninguém compareceria, ora não caberia tanta gente.
    Nem um nem outro: o público foi ótimo, as vendas foram superiores ao esperado e acabou sendo perfeito.

    Logo de cara, entrevista para o Arauto, jornal da vizinha Vera Cruz:


    Ambiente aconchegante da Livraria Iluminura.




    Pausa para o cafezinho básico:


    Mais autógrafos:



    É nóis na fita