25 de mar. de 2009

Relembrando velhos tempos...

Quando comecei a escrever no falecido "Aqui não, Genésio!", meu antigo blog, me centrava em política. Claro, postava desde receita de moqueca até utilização do Photoshop, mas o assunto cabeça era a política.

Depois conheci a Letícia e - do antigo David - só sobrou a voz. Mas os meus cabelos, quanta diferença... Temos muito mais coisas a realizar que ficar escrevendo na forma CTRL+C / CTRL+V dos blogs. É pura perda de tempo, em nosso caso.

Ontem, tomando o "suquinho" noturno, sem dvd para assistir e com a programação de TV aquela água, começamos a discutir política. A Letícia tem uma visão muito pessoal e muito bem emabasada sobre o assunto. Afinal, já foi filiada, etc e tal. Eu, por minha vez, sou um relaxo: primeiro, sou Monarquista assumido. Depois, minha visão política é a mesma sobre a pena de morte. Se alguns inocentes morrem é para o bem maior da sociedade.

Eu consigo me lembrar desde o Médice. Claro que naquele tempo ainda não tinha uma concepção do certo e errado na cabecinha de cima, porém escutava sempre meus pais reclamando de algo: tá caro, não dá este mês, férias de 30 dias sim, mas vamos ter que alugar uma casa a duas quadras da praia. Bons tempos em que se reclamava de barriga cheia, mesmo que de boca amordaçada (vendo tanta gente dizendo merda hoje, creio piamente que os militares estavam certos em mandar calar os caetanosvelozos da vida).

Depois dos Generais, veio o Tancredo que não ficou, o Sarney que desmontou o país, o Collor de saco roxo (e não sei se ele tinha, mas deveria ter tido. Governar sem política não deu, infelizmente), o Itamar fusquinha-de-topete, o Fernandinho-meu-bem ( a história ainda dirá que foi dos melhores, embora tenha favorecido uns tantos e quantos) e finalmente, a besta que hoje se elege com bolsa-coronél.

"Ah, David" - dirá aquele petista enrustido, em defesa de seu soberano - "há que se ter respeito pelos nossos representantes".

A um inútil como esse, tenho algumas palavras bem claras:

- Não me sinto representado por ninguém que ocupe cargo eletivo. Bando de mentirosos, corruptos e ladrões que, em associação criminosa, adulam-se uns aos outros, livrando-se de processos em troca de favores e vice-versa;

- Não admito que alguém que receba digamos, 2.000 reais por mês, consiga se eleger de forma limpa, sem injeção de propinas na campanha. Depois de eleito, o cidadão passa da merreca de salário para quase ou mais que 100 mil reias/mês, com mordomias além da imaginação do populacho (eu incluído nessa);

- Não entendo - e até já me esforcei - ter que me dirigir a alguém que supostamente me representa como Vossa Excelência. Excelência em que, digam-me? Senhor, até vai...desde que me tratem da mesma maneira. Mas Excelência é a puta que os pariu.

- Foro previlegiado, sigilo em votação e em processos, etc, etc, etc. Me expliquem!!!! Se acredita ser honesto - algo que nem mãmã deverá acreditar - para que o foro priviligiadu? Sejam cidadãos caríssimos, e dêem a cara a tapa. Duvido! Duvido! Duvido!

Somos assaltados dia a dia, por todos os meios possíveis. Do cartório extorsivo ao correio mais caro do mundo. Do Congresso mais luxuoso e fornido de dinheiro (NOSSO), à gasolina que dizem que somos auto suficientes, mas que para os revendedores é sempre um produto sem margem de lucro (quase choro de dó nessa parte). Sem falar nos bancos...ahhh os bancos..nem o Tio Patinhas nadou tanto em tantos dinheiros.

Cansei de mentiras, assim como cansei de debater política (pleonasmo vicioso).

Mas de vez em quando é tããããão bom desopilar.

E viva o Rei!






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